Ao longo de 2010, e ainda na primeira semana de 2011 eu vim me preparando para cursar o vestibular. Acontece que eu não levei nem um pouco a sério essa preparação, e só agora percebi que isso não é bom. Na verdade eu já sabia que não era bom, porém nunca me dei conta, e tudo por falta de maturidade.
Eu aprendi. Como pode isso não ser levado a sério? Era o meu futuro em jogo, minha carreira, os estudos. Tudo isso é muito importante, é a vida. Acredito, que talvez a minoria das pessoas não leve isso a sério.
É o mesmo esquema do lápis, o lápis da vida. Tu vai escrevendo a tua história, e o lápis vai sendo gasto. Não dá para ficar rabiscando na tua caminhada, uma hora o grafite vai acabar. E a tua história, fica como?
Só que ninguém pensa muito nisso também. Na verdade, eu acho que nem tem que pensar, tem só é que deixar a vida seguir o rumo natural, sem interferir. Porém, nas horas de decisões difíceis, sim. Aí não dá para largar a vida como um aloprado.
Em resumo: tirando os momentos onde não se pode brincar - que eu acredito que são poucos -, nos outros o que se tem a fazer é viver, curtir, aproveitar, ainda que seja para se arrepender depois - o que não acontece comigo -, mas apenas viver!
domingo, 9 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Erros passados
Meu pai finalmente conseguiu me fazer parar para pensar em algumas atitudes minhas. Mas agora não é exatamente atitudes minhas, mas consequências dessas atitudes.
Eu nunca sou convidada para noites da gurizada, nunca sou incluída em alguma conversa, nunca sou lembrada em algum momento, nunca sou convidada para prestar homenagens, nem para festinhas surpresas de amigos.
Mas acho que o pior disso tudo é eu não saber porque que isso aconteceu. Da onde que vêm essas coisas. O que foi que eu fiz? Onde foi que eu errei? Será que foi o meu gênio? A minha antipatia? A minha falta de humor? A minha falta de paciência? Eu não saber brincar com coisas que realmente são toscas, mas que deixam a vida melhor?
Sinceramente, eu não sei, confesso que não sei. Eu só queria que uma pessoa chegasse pra mim, como um amigo querendo me ajudar, abrir os meus olhos, e que me dissesse: "Julia, a tua falha foi...". Eu ia encarar numa boa. Afinal de contas, já tenho maturidade para entender esse tipo de coisa: é ajuda, e não "briga".
Mas é óbvio que nunca ninguém vai chegar para falar. Porém, eu queria poder mudar esse quadro. Passar a ser convidada para tudo que antes foi citado, e etc.
Afirmo, com humildade: preciso de ajuda.
Eu nunca sou convidada para noites da gurizada, nunca sou incluída em alguma conversa, nunca sou lembrada em algum momento, nunca sou convidada para prestar homenagens, nem para festinhas surpresas de amigos.
Mas acho que o pior disso tudo é eu não saber porque que isso aconteceu. Da onde que vêm essas coisas. O que foi que eu fiz? Onde foi que eu errei? Será que foi o meu gênio? A minha antipatia? A minha falta de humor? A minha falta de paciência? Eu não saber brincar com coisas que realmente são toscas, mas que deixam a vida melhor?
Sinceramente, eu não sei, confesso que não sei. Eu só queria que uma pessoa chegasse pra mim, como um amigo querendo me ajudar, abrir os meus olhos, e que me dissesse: "Julia, a tua falha foi...". Eu ia encarar numa boa. Afinal de contas, já tenho maturidade para entender esse tipo de coisa: é ajuda, e não "briga".
Mas é óbvio que nunca ninguém vai chegar para falar. Porém, eu queria poder mudar esse quadro. Passar a ser convidada para tudo que antes foi citado, e etc.
Afirmo, com humildade: preciso de ajuda.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Tudo novo ano novo.
Novo ano. Será que as coisas vão mudar? Mas é lógico que vão, sempre mudam. Porém, será que mudarão para melhor? Ou será como foi 2010, que tudo piorou?
Bem, se for depender de mim, esse ano será muito melhor, evidentemente. Agora posso ir atrás das coisas que eu quero, estou livre para poder ir atrás da minha felicidade. Eu espero que eu realmente consiga conquistar tudo o que eu quero, espero poder ter as pessoas que eu amo, que eu gosto, que me fazem bem mais próximas de mim, espero poder fazer alguém feliz, e poder ser feliz com alguém. Mas essas relações não são o principal para o meu ano, e sim as coisas que vão poder me fazer feliz.
Eu tô muito "à procura da felicidade", da minha felicidade, finalmente. E eu também tô muito confiante de que ela vai chegar. Também, se nem eu confiasse...
2011 tá vindo com tudo, e vai mudar tudo.Vai trazer coisas boas e novas. E se não trouxer, eu vou buscar.
Bem, se for depender de mim, esse ano será muito melhor, evidentemente. Agora posso ir atrás das coisas que eu quero, estou livre para poder ir atrás da minha felicidade. Eu espero que eu realmente consiga conquistar tudo o que eu quero, espero poder ter as pessoas que eu amo, que eu gosto, que me fazem bem mais próximas de mim, espero poder fazer alguém feliz, e poder ser feliz com alguém. Mas essas relações não são o principal para o meu ano, e sim as coisas que vão poder me fazer feliz.
Eu tô muito "à procura da felicidade", da minha felicidade, finalmente. E eu também tô muito confiante de que ela vai chegar. Também, se nem eu confiasse...
2011 tá vindo com tudo, e vai mudar tudo.Vai trazer coisas boas e novas. E se não trouxer, eu vou buscar.
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