quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Não por homens que não pensem em sexo, mas por homens que pensem.

Não por homens que não pensem em sexo, mas por homens que não tenham isso como prioridade. Chega desses caras que só convidam as gurias com essa maldita segunda intenção. O que aconteceu com os encontros onde os casais iam se conhecer? E que rolava aquela expectativa do primeiro beijo, e que as pessoas se conheciam antes de qualquer coisa.
Não por homens que não pensem em sexo porque isso é natural. E até parece que as mulheres não pensam também. A diferença é que as mulheres têm cautela: querem primeiro serem conquistadas, primeiro que haja carinho, para que depois venha o sexo.
Eu realmente queria entender o que pensa um guri que convida uma guria para sair e já no primeiro encontro vai querendo arrastá-la para qualquer lugar onde possam transar. E por quê? Por que assim? Por que tal guria? O que o leva a escolher essa? Quais são os critérios? Juro que eu quero entender. Ter um sexo casual, tudo bem, mas, homens, chamem alguma que já está acostumada com vocês, alguma que vocês já tenham ficado antes, uma amiga! Mas não uma que vocês não falam há anos e simplesmente dá na telha convidá-la. Que vocês nem sabem se ela aceita isso ou não, se ela curte isso ou não e até mesmo se ela quer transar com vocês ou não! Lembrem que as pessoas têm sentimentos e não gostam de se sentir objetos. Muito menos objetos de satisfação sexual de supostos "homens" que mais se parecem com pré adolescentes exalando a testosterona. Do jeito que a coisa anda, eu posso apostar como eu não sou a única que procura um homem que se preocupe com a conquista e o sentimento como quem procura uma agulha no palheiro.
Sempre se diz que a mulher é quem impõe os limites. Cheguei a pensar que a coisa tá do jeito que tá porque as mulheres estão do jeito que estão. Mas não. Porque ainda existem sim mulheres que se valorizam, que não aceitam pouca coisa e estão esperando serem conquistadas, ao contrário do que os homens pensam. Então fim, o problema realmente está nos homens em não nos darem o devido valor.
Me preocupo é se ainda há como reverter essa situação que degringolou e se hoje que eu sou recém uma adolescente, qual será o tipo de homem que vai existir nos meus 30 anos, com quem eu vou casar e será o exemplo para os meus filhos. Queria poder viver no tempo em que meus pais viveram onde as pessoas se importavam com isso e uma coisa que é tão bonita, que está relacionada ao amor não era vulgar como é hoje.

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