Ontem aconteceu uma coisa no meu twitter com alguns conhecidos meus, que hoje eu fiquei pensando muito nisso.
Já viu quando um piá de merda SABE que é um piá de merda e precisa fazer coisas, que no mundo dele, são "fodas" e fica explanando para todo mundo para poder se assumir? Isso. Como por exemplo, fumar maconha.
Não existe coisa mais... sei lá, imbecil, imatura, idiota no mundo do que ficar toda hora dizendo ou dando indiretinhas.
CALA A BOCA, SEU MERDA, TE ENXERGA E VÊ SE CRESCE! Nossa, como tu é foda, me sinto uma retardada por não fumar maconha que nem tu.
ISSO ME IRRITA PROFUNDAMENTE. Porque uma pessoa normal e, principalmente, MADURA que fume maconha, vai fumar e vai ficar na dela! Sabe por quê? Porque ela não precisa ficar dando indiretinhas no meio dos amigos pra se achar a fodona do pedaço. Até porque sabe que fumar maconha não é uma coisa que faz a pessoa ser mais ou menos foda do que quem não fuma. Muito antes pelo contrário, eu acho.
O fato é que esses piás imaturos sabem que são uns merdinhas e acham que assim chamam a atenção e perante os olhos dos outros se parecem maduros como eles realmente queriam ser. Esse tipo de gente me dá um nojo, mas um nojo, eu tenho vontade de enfiar a mão na cara de cada um deles. Se tu quer te achar o foda faz na tua e cala a tua boca, ô merda!
Eu até acho que o Brasil tinha que ser que nem o país que eu me esqueci agora, onde a maconha é liberada, porém controlada. Se fosse igual, TALVEZ, muito talvez, o número de bebês fumando maconha seria bem menor e esses "fodinhas" não me irritariam.
Bem, foi mais um desabafo no Resultâncias do real, me sinto melhor agora.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Pilares esquecidos
Por quase quatro anos eu participei de um grupo de jovens da igreja, onde cada pessoa que vai fazer o curso I tem que escolher um casal de dindos. Ano passado fui abençoada com dois afilhados, os únicos em quatro anos. Presentes maravilhosos que vieram para alegrar a minha caminhada, mas pela infelicidade das obrigações, acabei me afastando deles.
Muita gente pensa "nossa, que coisa tosca esses dindos", e eu entendo esse pensamento, até porque não são dindos de verdade. Acontece que quem está de fora não entende que há, sim um comprometimento sério entre dindos e afilhados.
Como eu disse mais acima, por causa de obrigações que a vida impôs para mim, acabei me afastando do grupo e por consequência deles também.
Nesse final de semana está ocorrendo mais um desses cursos, e várias coisas acontecem, inclusive fora dele. Minha afilhada, e também irmã, foi ajudar em uma dessas coisas que acontecem fora, e me lembrei de quando era eu fazendo para ela e para o meu outro afilhado.
Com essa situação, fiquei pensando em como eu era em relação aos meus afilhados e pensei: "que merda de dinda que eu fui." Porque um dindo serve para guiar os afilhados, para ajudar, para estar sempre presente nas tardes, e, principalmente, para não deixar eles caírem quando estiverem fracos. E eu nunca fiz isso. Um dos meus afilhados, o Flávio, saiu do grupo também, e sabem o que eu fiz? Nada. Em nenhum momento fui atrás dele para conversar e fazer com que ele voltasse. Então eu paro e penso: uma pessoa depoista confiança em mim e eu simplesmente não dou bola para ela. Fiquei pensando se fosse eu no lugar dele... Com certeza eu não gostaria.
Já a minha relação com a minha afilhada e irmã Larissa, é um pouco diferente. Porque por mais que eu não esteja mais no grupo, temos um contato mais forte, afinal, somos irmãs. Apesar de isso não justificar nem um pouco a minha ausência e falta de comprometimento como dinda. Hoje enquanto ela se arrumava para sair eu fiquei pensando: certamente eu fui uma decepção para ela. Certamente. E isso me magoa, porque eu não queria que a confiança que ela depositou em mim naquele dia em que me escolheu (que eu me lembro como se fosse hoje, emocionante...) não fosse correspondida.
Eu fico frustrada comigo mesma quando penso que não assumi o compromisso com essas duas pessoas super especiais para mim. O mínimo que eu devia fazer era acompanhá-los, ajudá-los, e ainda, estar junto deles em qualquer situação que tivesse relação com o grupo. E eu nunca fiz isso.
Pensando nisso concluí: tá na hora de voltar e de uma vez por todas fazer o meu papel. Porque quando eu estiver bem mais velha, eu quero lembrar do tempo em que eu frequentava o grupo e pensar que eu sempre amparei os meus presentes.
Vou voltar e me desulpar para jamais abandoná-los novamente.
Muita gente pensa "nossa, que coisa tosca esses dindos", e eu entendo esse pensamento, até porque não são dindos de verdade. Acontece que quem está de fora não entende que há, sim um comprometimento sério entre dindos e afilhados.
Como eu disse mais acima, por causa de obrigações que a vida impôs para mim, acabei me afastando do grupo e por consequência deles também.
Nesse final de semana está ocorrendo mais um desses cursos, e várias coisas acontecem, inclusive fora dele. Minha afilhada, e também irmã, foi ajudar em uma dessas coisas que acontecem fora, e me lembrei de quando era eu fazendo para ela e para o meu outro afilhado.
Com essa situação, fiquei pensando em como eu era em relação aos meus afilhados e pensei: "que merda de dinda que eu fui." Porque um dindo serve para guiar os afilhados, para ajudar, para estar sempre presente nas tardes, e, principalmente, para não deixar eles caírem quando estiverem fracos. E eu nunca fiz isso. Um dos meus afilhados, o Flávio, saiu do grupo também, e sabem o que eu fiz? Nada. Em nenhum momento fui atrás dele para conversar e fazer com que ele voltasse. Então eu paro e penso: uma pessoa depoista confiança em mim e eu simplesmente não dou bola para ela. Fiquei pensando se fosse eu no lugar dele... Com certeza eu não gostaria.
Já a minha relação com a minha afilhada e irmã Larissa, é um pouco diferente. Porque por mais que eu não esteja mais no grupo, temos um contato mais forte, afinal, somos irmãs. Apesar de isso não justificar nem um pouco a minha ausência e falta de comprometimento como dinda. Hoje enquanto ela se arrumava para sair eu fiquei pensando: certamente eu fui uma decepção para ela. Certamente. E isso me magoa, porque eu não queria que a confiança que ela depositou em mim naquele dia em que me escolheu (que eu me lembro como se fosse hoje, emocionante...) não fosse correspondida.
Eu fico frustrada comigo mesma quando penso que não assumi o compromisso com essas duas pessoas super especiais para mim. O mínimo que eu devia fazer era acompanhá-los, ajudá-los, e ainda, estar junto deles em qualquer situação que tivesse relação com o grupo. E eu nunca fiz isso.
Pensando nisso concluí: tá na hora de voltar e de uma vez por todas fazer o meu papel. Porque quando eu estiver bem mais velha, eu quero lembrar do tempo em que eu frequentava o grupo e pensar que eu sempre amparei os meus presentes.
Vou voltar e me desulpar para jamais abandoná-los novamente.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Liberdade ou companheirismo?
Já faz um tempo que essa pergunta vem seguidamente a minha cabeça. A indecisão insuportável em escolher o quê. Ainda mais para mim, que amo a liberdade. Mas o que fazer com o tédio e, às vezes dor de não ter alguém do lado? Pode parecer um papo chato, mas é algo que me incomoda.
Não saber se abro mão das noites, ainda que sejam poucas, se abro mão da escolha de alguém a qualquer momento, ou se topo jogar a paz fora e ter que aturar incômodos por coisas banais. Aquelas coisas chatas e toscas que todas as pessoas passam pelo menos uma vez na vida. E isso eu não tava a fim de ter de volta.
Porém enquanto eu fico assim, preferindo a liberdade a ter alguém, são muitos os momentos em que eu paro e fico pensando em vários olhos. Os olhos que me atormentam todos os dias. O pior é quando não são só os olhos, é a voz: "Oi, tudo bem?". Por mais que seja um pseudo diálogo e rídiculo, eu concordo, é uma experiência jamais vivida por mim, e que não sai da minha cabeça sempre que volto para casa ou deito para dormir.
Pensando nesses olhos e nessa voz eu respondo a minha pergunta: companheirismo. Porque vale a pena ter uma vida com alguém cheio de mistérios e que te leve nessa coisa louca ao invés da liberdade.
Não saber se abro mão das noites, ainda que sejam poucas, se abro mão da escolha de alguém a qualquer momento, ou se topo jogar a paz fora e ter que aturar incômodos por coisas banais. Aquelas coisas chatas e toscas que todas as pessoas passam pelo menos uma vez na vida. E isso eu não tava a fim de ter de volta.
Porém enquanto eu fico assim, preferindo a liberdade a ter alguém, são muitos os momentos em que eu paro e fico pensando em vários olhos. Os olhos que me atormentam todos os dias. O pior é quando não são só os olhos, é a voz: "Oi, tudo bem?". Por mais que seja um pseudo diálogo e rídiculo, eu concordo, é uma experiência jamais vivida por mim, e que não sai da minha cabeça sempre que volto para casa ou deito para dormir.
Pensando nesses olhos e nessa voz eu respondo a minha pergunta: companheirismo. Porque vale a pena ter uma vida com alguém cheio de mistérios e que te leve nessa coisa louca ao invés da liberdade.
Assinar:
Comentários (Atom)