Começou estranho. Não forçado, mas estranho. Começou adiante, com passos dados. Pulando estágios comuns pelos quais não tínhamos passado realmente.
Passaram-se dias, então meses... Conversávamos uma vez que outra, mas como sempre foi, a conversa não fluia muito. Mas conversávamos.
Certo tempo depois, pareceu-me que um interesse maior havia surgido. Quase que retrocedendo aos estágios que havíamos pulado. Mas eu não tinha certeza do que pensar. As coisas não estavam sendo claras, suas palavras em conjunto formando suas frases não estavam sendo claras, e certamente, muito menos diretas.
Uma coisa que eu estava certa era de que os planos dele não eram os mesmos que os meus. Isso era um fato.
Contudo, que nós estávamos em sintonia, estávamos. E esse era o segundo fato.
O que me deixava angustiada era a falta de clareza quando ele se expressava. Como que eu ficaria segura do que ele pensava e teria certeza em no que eu deveria pensar? Desse jeito estava difícil, e ele não sabia dessas dificuldades, logo, não cooperava no esclarecimento dos fatos.
Nessa altura eu estava completamente insegura, e sem saber o que pensar... Receando de que fosse bem baixo o seu interesse e que ele deveria saber "levar no papo" muito bem.
O que eu deveria fazer...? Aguardar pelo nosso encontro, e aí então, sofrer ou ser completamente feliz.
Passaram-se dias, então meses... Conversávamos uma vez que outra, mas como sempre foi, a conversa não fluia muito. Mas conversávamos.
Certo tempo depois, pareceu-me que um interesse maior havia surgido. Quase que retrocedendo aos estágios que havíamos pulado. Mas eu não tinha certeza do que pensar. As coisas não estavam sendo claras, suas palavras em conjunto formando suas frases não estavam sendo claras, e certamente, muito menos diretas.
Uma coisa que eu estava certa era de que os planos dele não eram os mesmos que os meus. Isso era um fato.
Contudo, que nós estávamos em sintonia, estávamos. E esse era o segundo fato.
O que me deixava angustiada era a falta de clareza quando ele se expressava. Como que eu ficaria segura do que ele pensava e teria certeza em no que eu deveria pensar? Desse jeito estava difícil, e ele não sabia dessas dificuldades, logo, não cooperava no esclarecimento dos fatos.
Nessa altura eu estava completamente insegura, e sem saber o que pensar... Receando de que fosse bem baixo o seu interesse e que ele deveria saber "levar no papo" muito bem.
O que eu deveria fazer...? Aguardar pelo nosso encontro, e aí então, sofrer ou ser completamente feliz.
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