Ele estava sentado na escada, bem na minha frente. Olhei para os pés de outro, fingindo curiosidade. Sabia que ele estaria me observando. Bingo. Assim que o outro saiu tomando seu rumo para a sala, fitei-o, e ele realmente estava me encarando, e eu sabia que já fazia algum tempo. Em menos de um segundo, ele cortou o olhar que nos ligava e olhou para o lado.
Isso significou algo para mim, eu só não sei dizer, porém, se bom ou ruim.
Acho que sei. Talvez uma pontada de ciúmes por ele ter percebido o meu falso interesse em outro.
Estava feliz, havia conseguido o que queria.
Lembro-me dos olhares de todas as manhãs. Muitas vezes seus olhos dizem muitas coisas que para mim são enigmas, simplesmente não consigo lê-los.
Ele sobe as escadas, estou sentada. Nos encaramos por longos dois ou três segundos, então ele entra na sala.
O que esses olhos querem me dizer todas as manhãs?
E no decorrer da manhã nas vezes em que ele insiste em me fuzilar com aqueles olhares?
Seja lá o que esses olhos dizem no lugar de sua boca, somos proibidos.
Isso significou algo para mim, eu só não sei dizer, porém, se bom ou ruim.
Acho que sei. Talvez uma pontada de ciúmes por ele ter percebido o meu falso interesse em outro.
Estava feliz, havia conseguido o que queria.
Lembro-me dos olhares de todas as manhãs. Muitas vezes seus olhos dizem muitas coisas que para mim são enigmas, simplesmente não consigo lê-los.
Ele sobe as escadas, estou sentada. Nos encaramos por longos dois ou três segundos, então ele entra na sala.
O que esses olhos querem me dizer todas as manhãs?
E no decorrer da manhã nas vezes em que ele insiste em me fuzilar com aqueles olhares?
Seja lá o que esses olhos dizem no lugar de sua boca, somos proibidos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário